Olá Comandantes! Como de costume, depois das nossas sessões "#EuRi" e "Imagem da Semana", chega a vez da sessão "Vídeo da Semana".
Nesta semana, estou trazendo um belo vídeo que mostra desde da aproximação, até o pouso de um Boeing 747-400 da VARIG no extinto Aeroporto de Hong Kong / Kai Tak.
É isto que acontece quando um Airbus A330-300 de 230 toneladas tem o
ângulo de ataque certo, a velocidade baixa o bastante e a quantidade
certa de vento contrário: ele fica suspenso no meio do céu por alguns
segundos.
Parece que ele está voando em câmera
lenta, então ele para por alguns segundos e depois volta a se deslocar
em slow motion. O fenômeno tem uma explicação simples: o Airbus está
aproveitando o forte vento contrário, combinado à velocidade mínima no
ar e a um ângulo de ataque alto, para conseguir levantar voo sem mover os flaps (algo difícil de ver em terra firme).
Isto gera uma velocidade em relação ao solo extremamente baixa,
resultado da velocidade no ar do Airbus A330-300 menos a velocidade do vento
contrário. A combinação da velocidade baixa em relação ao solo, aliado
ao enorme tamanho do Airbus A330-300, dão a sensação de um avião congelado no meio
do ar. Em outras palavras: É MÁGICA!
Boa noite senhores cmdtes! (Se na sua casa estiver de noite). Trago aos senhores um filme que mostra a aviação brasileira, digamos, nos seus tempos dourados.
Como alguns de vocês devem conhecer a Just Planes faz filmes nos cockpits das aeronaves mostrando um pouco do cotidiano dos pilotos.
Créditos ao extinto FsAqui que upou o filme, e vou tentar escavar mais alguns videos e filmes da Just Planes.
Você pode fazer o download do filme clicando aqui e de quebra pode conferir algumas prévias de outros filmes deles no canal oficial do grupo no YouTube.
Olá Comandantes! O vídeo semanal desta semana, é um clássico! Tinha visto ele faz algum tempo e por acaso o reencontrei no YouTube.
O vídeo é um "Flight Report" do voo completo entre Roma e Rio de Janeiro, no ano de 2001, sendo feito por um belo McDonnell Douglas MD-11. Vale muito a pena assitir.
Olá Comandantes! Na sessão "Vídeo da Semana" de hoje, trago um belo vídeo de umas das minhas aeronaves favoritas, o McDonnell Douglas DC-10-30 da KLM em Saint Maarten!
O vídeo contém o pouso do trijato e logo depois a decolagem. Muito legal o vídeo, espero que gostem e até a próxima!
Olá Comandantes! Hoje estou trazendo para vocês está bela aeronave, o Piper PA-31T Cheyenne da Digital Aviation para Flight Simulator X! Está aeronave é espetacular! Uso e recomendo! Não pode faltar no seu Flight Simulator. Ela contém Painel 2D, Virtual Cockpit e cabine de passageiros. A seguir você irá encontrar algumas características da aeronave em inglês, dois vídeos de apresentação, e o link para download em torrent. Espero que gostem e ótimos voos!
Piper PA-31T Cheyenne
For
many years the Cheyenne series of business aircraft was one of the most
successful Piper products. The origin of the Cheyenne lie in the mid
1960s when Piper decided to redesign their pressurized twin engined
„Navajo” to use turbines instead of piston engines.
On
August 29th 1969 the first prototype took off for its maiden flight,
but it took almost another five years until the first production
aircraft went into service. The control surfaces and flight controls had
to be redesigned several times to reduce strain on the cell caused by
the higher speeds the Cheyenne was able to fly.
Furthermore,
a flooding of Piper’s production facility in Lock Haven delayed
deliveries.On October 22nd 1973, the maiden flight of the first
production aircraft Piper Cheyenne PA-31T took place – powered by two
Pratt&Whitney PT6A-28s engines developing 620hp each. When Piper
expanded the family in 1978 with a decreased variant (PT6A-11, 500hp),
they renamed the initial aircraft in „Cheyenne II” and the new variant
became “Cheyenne I”. Improvements like more power, redesigned cowlings
and a new interior lead to the „Cheyenne IA”. In addition to that, Piper
stretched the Cheyenne II and built in a fourth cabin window. Equipped
with PT6A-135s (750hp) engines and an increased MTOW by 180kg/400lb –
this variant became the „Cheyenne IIXL”. In total, 823 Cheyennes had
been built, 526 Cheyenne and Cheyenne II, 215 Cheyenne I and IA, and 82
IIXL, when the production was discontinued in the mid eighties. Even
twenty years later, the PA31T models have an excellent reputation for
being spacious, uncomplicated and reliable aircraft and therefore enjoy
great popularity.
Key figures PA-31 T1:
Manufacturer:
Piper
Type:
Twin engine turboprop business aircraft
Span:
42.64 ft – 13.00.m
Length:
34.76 ft – 10.57 m
Height:
12.76 ft – 3.89 m
Cruise speed:
255 kts
Maximum take-off weight:
8700 lb – 3946 kg
Engine:
Pratt & Whitney PT6A-28 – 500 SHP
Piper PA-31T Cheyenne FS2004 / FSX
The software simulates in total 4 different variants of the Piper PA-31T. In total 12 real/ fictitious liveries
based on variant I, IA, II, IIXL are in the package. They all have
their individually arranged cockpits, authentic panel and avionics
Features:
Highly detailed 2D cockpit and exterior model for 4 different aircraft variants:
Cheyenne I
Cheyenne IA
Cheyenne II
Cheyenne IIXL
Fully functional virtual cockpit with very smooth gauges and controls.
Each cockpit variation represents the actual aircraft variant.
Flight dynamics have been developed with a real Cheyenne pilot.
2 different sound sets (with/without active noise reduction).
Extensive Documentation.
Exterior model:
The
exterior has been modeled in every detail with a lot of fine textures.
Aircrafts variants differ in size, engines, door arrangement.
Cheyenne I in three liveries (2x Germany, USA)
Cheyenne IA in three liveries (Germany, France, Austria)
Cheyenne II in three liveries (France, USA, Netherlands)
Cheyenne IIXL in three liveries (Spain, Great Britain, Switzerland)
Full set of animations (control surfaces, trim tabs, doors, baggage compartments, gear, ice protection)
When parked you may display some exterior equipment.
Feature list:
All standard animations like control surfaces, elevator trim, wheels etc.
All doors can be handled separately
Exterior ground equipment, like power unit.
Cockpit and avionics
Realistic
2D cockpit for all four variants, including different views: Default,
VFR, IFR, approach/landing. The panel and cabin include a customized
night lighting.
The
cockpits have been designed after each individual aircraft variant.
They vary in the avionics included and their arrangement.
Each plane variant has a fully functional virtual cockpit. Included is also a virtual cabin with executive interior.
Feature list:
Different panel layouts for each variant.
Complete system simulation individually adapted.
Bendix King Silver Crown Plus Avionics Suite:
KMA 28 Audio Panel
KY196B COMM Radio (2x)
KN53 NAV Radio (2x)
KR87 ADF Receiver (2x) and KT76C Transponder (2x)
Trimble 2000 Approach Plus GPS with SID, STAR and Approach capability and updatable navigation database.
Bendix King KFC250 Autopilot (Cheyenne I and IA).
Bendix King KFC300 Autopilot (Cheyenne II and IIXL).
Dukes Pressurization Controller (Cheyenne I and IA).
Garrett Pressurization Controller (Cheyenne II and IIXL).
External Power Unit.
Ground Clearance Function.
In-Game configuration utility and load editor.
Full GoFlight Hardware support.
Systems simulation
Real engine start up procedure, with starter, generators and fuel levers.
Electrical system with different bus for avionics.
All internal and external lighting options.
Cabin pressurization system.
Aerodynamics and performance
The
realistic flight dynamics were developed in co-operation with Do-27
pilots. Fortunately we had all support from different pilots and we
could fly many hours with them. Accurate airspeeds climb rates, fuel
consumption and handling result in an authentic experience flying the
virtual counterpart of a plane, which simply has stunning performance
and exceptional flying capabilities.
Once
you are in the air, the aircraft is relatively easy to fly. But as a
heavy tail dragger the ground steering is something you need practice
and the specific low speed take off and landings are challenging.
Development Team:
Tobias Ahlbrecht: Aircraft model and textures, 2D / Virtual Cockpit, Virtual Cabin
Hans Hartmann: Panels, gauges and systems programming, XML animations
Imagem comemorativa feita pelo FsMisturado em homenagem a TAM e seus 35 anos
Hoje, Dia 12 de Julho de 2011, A maior compania aérea do hemisfério sul, Faz 35 anos, A nossa querida e amada TAM. A exatos 35 anos, O comandante Rolim Adolfo Amaro fundava não só uma nova linha aérea, Mais uma linha aérea que entraria para a história da aviação brasileira. Hoje, a TAM Linhas Aéreas não é só a maior linha aérea mais sim um símbolo, Um motivo de orgulho para mim e para muitos outros brasileiros. E é por isso que hoje farei uma postagem com vídeos e imagens da nossa querida TAM, Que tenha vários, e vários outros 35 anos em nossos céus.
História da TAM | 35 Anos:
Décadas 60 - 80
Na cidade de Marília, interior de São Paulo a TAM – Táxi Aéreo Marília surgiu em 21 de fevereiro de 1961, a partir da união de dez jovens pilotos de monomotores. Na época, eles faziam o transporte de cargas e de passageiros entre o Paraná e os estados de São Paulo e do Mato Grosso com quatro Cessna 180 e um Cessna 170. Após seis anos o grupo é comprado pelo empresário Orlando Ometto, o qual muda a sede para São Paulo e também muda o perfil ao começar a transportar apenas malotes.
Em 1971, o comandante Rolim Amaro, que já havia trabalhado na companhia em seus primeiros anos de funcionamento, é convidado por Orlando Ometto para ser sócio minoritário da empresa, com 33% das ações. No ano seguinte, o piloto adquire metade das ações da TAM e assume a direção da empresa. O ano de 1976 marca o surgimento da TAM – Transportes Aéreos Regionais, que dá origem à empresa conhecida hoje como TAM Linhas Aéreas. Rolim detém 67% do capital da nova empresa, que teve atendimento voltado para o interior de São Paulo, Paraná e Mato Grosso.
A década de 80 marca um período de crescimento. A mudança começa com a chegada dos turboélices Fokker F27, substituindo os aviões bimotores. Em 1981, a TAM comemora a marca de um milhão de passageiros transportados. O primeiro grande salto da malha da empresa vem em 1986, com a aquisição da companhia aérea Votec. Com a medida, a TAM estende as suas atividades para as regiões Centro-Oeste e Norte do país.
Década de 90
Na década de 1990, a empresa ganha mais visibilidade com a chegada dos Fokker 100, inaugurando uma nova era na aviação regional. Em 1993, a TAM lança com pioneirismo o TAM Fidelidade, que se destaca por não prever limitação de assentos para as passagens gratuitas. O ano de 1996 marca o início das operações da TAM em todo o território nacional. A TAM adquire a companhia Lapsa do governo paraguaio e cria a TAM Mercosur, atualmente TAM Airlines. Em conjunto com um consórcio formado pela LAN Chile e TACA, a TAM lidera a negociação para compra de suas primeiras aeronaves Airbus. O resultado é a compra de 150 aeronaves para as três empresas junto ao consórcio europeu. Outra iniciativa estratégica é a compra de uma área de 447 hectares no município de São Carlos, no interior de São Paulo, que hoje é a sede do Centro Tecnológico TAM. Em 1998, chegam à TAM seus primeiros Airbus A330 e a empresa faz o seu primeiro voo internacional na rota São Paulo-Miami. No ano seguinte, é a vez do primeiro destino para a Europa, Paris, em parceria com a Air France.
2001 - 2002
A TAM começa em 2000 uma ofensiva fase de crescimento, mas o ano de 2001 é marcado por grandes acontecimentos. O comandante Rolim morre tragicamente no dia 8 de julho em um acidente de helicóptero. Dois meses depois, a aviação internacional sofre um sério abalo e entra em um ciclo de retração em decorrência dos atentados de 11 de setembro. Assim como em outras partes do mundo, o mercado brasileiro sofre os efeitos da retração econômica. No entanto, a TAM cresce 31% nesse período, transportando mais de 13 milhões de passageiros e elevando o faturamento para praticamente R$ 3 bilhões no ano. Em 2001, a empresa incorpora mais 15 aeronaves Airbus A320 e dois Airbus A330. Mesmo com as adversidades, a TAM transporta quase 14 milhões de passageiros em 2002.
2003 - 2004
Em 2003, a TAM remaneja sua malha aérea, reestrutura-se internamente e dá início ao compartilhamento de voos com a VARIG. A companhia fecha o ano com lucro de R$ 174 milhões, o maior de sua história. Depois de uma carreira de 30 anos na empresa, Daniel Mandelli Martin deixa a presidência da TAM.
Marco Antonio Bologna, que havia ocupado a vice-presidência Financeira, assume a presidência em janeiro de 2004.
Com o reaquecimento da economia, a companhia volta a operar os voos diurnos para Miami e passa a operar mais três voos semanais para Paris. Além disso, a empresa inicia uma estratégia de crescimento para a América Latina e começa a voar diariamente para Santiago no início de dezembro. Para adequar a frota ao aumento de demanda no mercado doméstico e internacional, a TAM confirma a chegada do seu décimo Airbus A330 até outubro de 2005. A empresa também acertou junto à Airbus um cronograma para a entrega de mais 10 aeronaves A320. No mercado doméstico, a TAM fecha uma série de acordos com companhias aéreas regionais para aumentar a sua cobertura no território nacional e oferecer novas possibilidades de conexão e de frequências para seus passageiros. Ao todo, 25 novos destinos nacionais, responsáveis pelo transporte de 38 mil passageiros a mais em 2004. Os acordos envolvem cinco empresas: Passaredo, OceanAir, TOTAL, TRIP e Pantanal. Com isso, a TAM passou a cobrir uma malha com 66 cidades no território nacional (sendo 41 destinos próprios).
A TAM fecha o mês de dezembro com a liderança no mercado doméstico pelo 18º mês consecutivo e um recorde histórico no mês de dezembro: 41,17% de market share. No acumulado do ano, a TAM fica com uma participação de 35,79% no setor nacional e de 14,48% no internacional. A ocupação das aeronaves acumulada no ano também atinge bons resultados: 64% no mercado doméstico e 72% no internacional.
2005 - 2006
A TAM liderança do mercado doméstico de aviação com média de 43,5% de market share e 18,9% de participação no mercado. Novas frequências para Paris, Buenos Aires e o lançamento do voo para Nova York, em novembro, contribuem para aumentar a fatia desse segmento. Além disso, a Companhia consolida seus voos para Miami, Santiago e reforça sua integração com a malha da subsidiária TAM Mercosur, sediada em Assunção, no Paraguai. Nesse ano, 19,6 milhões de passageiros são transportados, número 44,7% superior ao registrado em 2004.
No primeiro semestre de 2006, reforça voos a partir de São Paulo, Rio e Brasília, principalmente para capitais do Nordeste. Em julho, passa a voar para Boa Vista e inicia frequências diretas para Manaus a partir de São Paulo. A partir de outubro, começa a operar voo diário para Rio Branco a partir de Goiânia, com escala em Brasília, e passa a voar para todas as 26 capitais brasileiras, além do Distrito Federal.
No mercado internacional, completa as sete frequências semanais para Nova York com voos no horário noturno, inicia-se o terceiro voo diário para Miami a partir de Manaus e, com a TAM Mercosur, reforça Buenos Aires a partir do Galeão. Para Santiago, aumenta a capacidade com a operação do Airbus A330. Em outubro, inicia o voo para Londres e passa a oferecer a seus passageiros mais dois novos destinos na Europa: Zurique e Genebra, na Suíça, por meio de voos em codeshare com a Air France.
A Companhia encerra o ano com lucro de R$ 556,0 milhões. Nos mercados doméstico e internacional, a empresa transportou 27,9% mais passageiros em relação ao ano anterior, totalizando 25 milhões de pessoas. Em dezembro, alcança 49,1% de participação no mercado doméstico e 60,6% no segmento internacional.
Como parte de sua política para o segmento internacional, a TAM estabelece parcerias estratégicas por meio da assinatura de Memorandos de Entendimento com a portuguesa TAP, a sul-americana LAN, a americana United Airlines, e com a alemã Lufthansa. Em julho, recebe autorização oficial da Agência Nacional de Aviação Civil para iniciar operação regular de três frequências semanais para Frankfurt e de sete para Madrid. Para operar o segmento internacional, a TAM anuncia a ampliação de seu planejamento de frota, com a aquisição de 22 Airbus A350 XWB (Xtra Wide Body) com mais 10 opções, para serem entregues entre 2013 e 2018. Além desses, a empresa confirmou o recebimento de mais dois A330 em 2010 e outros dois em 2011. Anteriormente, a empresa já havia anunciado a aquisição de quatro Boeing 777-300ER, aumentando para oito o número de aeronaves desse modelo.
No mês de julho, a TAM registra participação de mercado nos voos domésticos de 50,6%, consolidando a liderança alcançada desde julho de 2003. No segmento das linhas internacionais operadas pelas companhias aéreas brasileiras, a TAM atinge market share de 64,3%, mantendo liderança conquistada em julho de 2006.
2008
O ano de 2008 registrou momentos históricos para a TAM, como o reposicionamento de sua marca e o anúncio feito em outubro da entrada da empresa na Star Alliance, a maior aliança mundial de companhias aéreas, representando um novo patamar na expansão internacional da TAM. Ainda na área internacional, a companhia ampliou seus acordos de codeshare com várias empresas, como a TAP, a Lufthansa e a Air Canada; e, na América do Sul, manteve os acordos com a LAN Chile, a LAN Peru, a LAN Argentina e a Pluna.
A empresa encerrou o ano de 2008 — em que recebeu seu primeiro Boeing 777-300ER — com 129 aviões, uma frota com idade média de 5,5 anos, uma das jovens do mundo. A receita líquida no ano foi de R$ 10,5 bilhões, um crescimento de 29,7% em relação a 2007. O lucro operacional registrou aumento de 67,3%, também na comparação com o ano anterior, atingindo R$ 725,2 milhões.
Segundo dados da ANAC, a participação média da TAM no mercado doméstico em 2008 foi de 50,3%. Já no âmbito internacional, a companhia ampliou sua participação entre as empresas brasileiras que voam para o exterior e, em dezembro de 2008, registrou o recorde de 85,5% de market share internacional. O volume total de passageiros domésticos transportados pela TAM em 2008 foi de 25,6 milhões de pessoas, um aumento de 6,1% em relação ao ano anterior. No mercado internacional, foram 4,5 milhões de passageiros transportados, um crescimento de 22,4% em relação a 2007. A taxa de ocupação acumulada ao final do ano nos voos domésticos foi 68,1%, e a dos voos internacionais atingiu, no mesmo período, 75,5%.
2009
Em 2009 uma das ações prioritárias para a adesão à Star Alliance foi a migração dos sistemas comerciais de gestão de passageiros e de check-in da TAM para a plataforma Amadeus Altéa CMS. Ao longo de 2009, a empresa realizou uma reformulação completa em sua plataforma tecnológica.
Em paralelo, a companhia ampliou sua atuação internacional. Em abril, iniciou um acordo de codeshare com a empresa britânica bmi e também um acordo regional com a companhia uruguaia Pluna para fortalecer a rota São Paulo-Montevidéu. Em maio, fechou codeshare com a Swiss. Selou, ainda, acordos de integração de programas de fidelidade com a Air Canada, Swiss, bmi e Austrian. Em agosto, também deu-se início ao codeshare com a Air China para voos São Paulo-Pequim, via Madrid.
Em junho, de acordo com sua diretriz de contemplar multinegócios alinhados com a aviação, a empresa apresentou ao mercado o Multiplus Fidelidade, que atua com o conceito de redes de programas de fidelização. Em outubro, o Multiplus tornou-se uma empresa independente.
Em 2009, registrou-se um market share acumulado de 45,6% no mercado doméstico e de 86,5% entre as companhias brasileiras que operam voos internacionais. Transportou, ao longo do ano, 30,4 milhões de passageiros.
2010
Em março, a aquisição da Pantanal Linhas Aéreas pela TAM Linhas Aéreas foi oficializada e a partir de então 3 Airbus da TAM passaram a fazer voos para a subsidiária em conjunto com os ATR 42.
No dia 13 de Maio, foi efetuada a entrada oficial da TAM na principal aliança mundial de empresas aéreas, a Star Alliance. A responsável pela entrada da companhia aérea brasileira na aliança foi a United Airlines. As aeronaves da TAM passam a ostentar ao lado das portas dianteiras os adesivos da aliança, sendo que um A320 (PR-MBO) e um A330 (PT-MVM) apresentam o esquema de pintura especial da aliança.
No dia 13 de agosto, foi anunciada juntamente com a LAN Airlines a intenção da união das duas holdings em uma única[3] , a LATAM Airlines Group. Juntas, TAM e LAN somam mais de 40 mil funcionários, mais de 280 aviões, 115 destinos, em 23 países, além de oferecer serviços de carga em todo o mundo. Será a maior empresa aérea da América Latina e 10ª maior em passageiros transportados. As duas companhias continuarão operando com as marcas existentes e sob suas próprias certificações de operação, assim como KLM e Air France.
A LAN ficará com 70,6% da Latam, e a TAM, com 29,3%, sendo a família Amaro detentora de 80% do capital votante da empresa e também com participação na Lan.
Em 28 de outubro, iniciou-se o serviço de chamadas telefônicas, pioneiro na aviação brasileira, assim como o envio de mensagens de texto e acesso à internet durante os voos da companhia para passageiros a bordo inicialmente de um Airbus A321. O serviço é inédito no país e surgiu de uma parceria entre a TAM e a OnAir, empresa que dá suporte para uso de celulares em aeronaves.
2011
Em janeiro de 2011, foram assinados os acordos vinculativos para a formação da LATAM Airlines Group, aprovados pelos respectivos Conselhos de Administração das duas empresas e, em março de 2011, a ANAC concedeu a autorização prévia para a operação. A transação ainda está sujeita à aprovação dos demais órgãos reguladores no Brasil, no Chile e nos outros países onde a LAN possui subsidiárias, assim como à concordância dos acionistas não controladores, por meio da adesão a uma oferta de ações.
Em março, a TAM assinou uma carta de intenção de compra de até 31% das ações da TRIP Linhas Aéreas.